A estrela de Natal

A estrela de Natal

“E disse Deus: Haja luz; e houve luz.”[1] E “fez também as estrelas. E (…) as pôs no firmamento do (…) céu, para alumiar a terra.”[2] Por milênios, Deus – o “Pai das luzes”[3]– iluminou este mundo não apenas por meio do sol, da lua e das estrelas, mas por meio da dádiva de Seu Filho, Jesus Cristo, “a luz do mundo”[4].

Hoje, celebramos essa luz divina – a luz de Jesus Cristo – e a alegria que ela traz a todos que O buscam. Ele é a razão da época do Natal.

Imagine aquela noite, há mais de 2.000 anos, quando uma nova e gloriosa estrela apareceu pela primeira vez – que surpresa e admiração ela deve ter causado. Para os observadores espirituais, ela era mais do que apenas uma estrela. Era um sinal, o cumprimento de uma profecia. [5]

Vendo e compreendendo esse sinal, homens sábios e santos partiram, determinados a encontrar Aquele de quem ele testificava. Eles viajaram para Jerusalém e perguntaram: “Onde está aquele que é nascido Rei dos Judeus? pois vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo”[6].

Eles continuaram sua jornada, seguindo a estrela que “ia adiante deles”, guiando seu caminho “até que ela chegou e parou onde estava o menino”. Essas futuras testemunhas “exultaram com grande alegria” e entraram no lugar onde Jesus estava. Lá eles “viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram”[7].

Depois de oferecerem seus presentes ao Menino Jesus, os sábios voltaram para casa – provavelmente “[dando] testemunho de que o rei Emanuel havia de fato nascido na carne.”[8] Pois eles O tinham visto – o próprio Filho de Deus.

“Sua estrela”[9]– a estrela de Belém que guiou os sábios há muito tempo – agora coroa simbolicamente nossas árvores de Natal, lembrando-nos de que Sua luz ainda nos guia hoje. Ao olharmos para cima com os olhos da fé, seremos conduzidos a Ele e experimentaremos por nós mesmos Sua radiante luz espiritual, pois Jesus Cristo é a Luz do Mundo. Ao descobrirmos essa verdade, também podemos nos regozijar muito e prestar testemunho do que aprendemos, sentimos e vimos.

Graças a Deus pela dádiva de Seu Filho e pela estrela de Natal que apontava para Ele. Nesta época especial do ano, corais e congregações em todo o mundo se lembram de Sua luz ao cantar reverentemente:

Silent Night! Noite Santa!
Filho de Deus, a pura luz do amor
Irradia de sua santa face,
Com a aurora da graça redentora,
Jesus, Senhor, em seu nascimento;
Jesus, Senhor, em teu nascimento.[10]

[1] Gênesis 1:3.
[2] Gênesis 1:16-17.
[3] Tiago 1:17.
[4] João 8:12.
[5] Ver Números 24:17 e Helamã 14:5.
[6] Mateus 2:2.
[7] Mateus: 2:9-11.
[8] Dicionário Bíblico, “Magos”.
[9] Mateus 2:2.
10] “Silent Night” [ Noite Feliz], Hymns, nº 204.


21 de dezembro de 2025
Número da transmissão 5.023

O Coro do Tabernáculo
Orquestra na Praça Tempe

 

Maestro
Mack Wilberg

Organista
Andrew Unsworth

Anfitrião
Derrick Porter

Sing a Christmas Carol, de Scrooge
Leslie Bricusse, arr. Michael Davis

”Tis Joy When Moon and Stars Above
Melodia em inglês, arr. Mack Wilberg

Come, All Ye Shepherds
Canção tcheca, arr. Andrew Unsworth

De onde vem essa bela fragrância?
Carol francês, arr. Mack Wilberg

Você ouve o que eu ouço?
Gloria Shayne Baker, arr. Sandra Eithun

Silent Night
Franz Gruber; arr. Mack Wilberg

Hallelujah, de Messiah
George Frideric Handel